Posts Taggedorganicshop

Consumo consciente

Patrícia Campos Mello, lançou a campanha “Abaixo o cashmere democrático”.  O consumo é o grande poder do individuo, assim como o não consumo. Sabia +

Add comment Julho 27, 2008

Produto sustentável é uma exigência crescente do consumidor

Em dezembro de 2004 o presidente mundial da GE, Jeffrey Immelt, determinou que todas as áreas da empresa — da fabricação de turbinas aos serviços financeiros — deveriam se engajar na criação de produtos ambientalmente corretos. Esta matéria publicada no portal da Revista Exame revela que a estratégia vai além de uma simples ideologia ecológica mas é uma questão de sobrevivência num mercado em formação que cresce a cada dia de consumidores conscientes. Leia mais! 

Add comment Junho 11, 2008

Revista Orgânica tem foco em estilo de vida

A redação do Organicshop agradeçe a Revista Orgânica pelas duas edições enviadas. Aproveitamos para elogiar a sessão Estilo Orgânico que fala sobre o estilo de vida de personalidades, como Tande e Lisandra, Marcos Palmeira, Cássia Kiss, as atletas Beatriz e Bianca, entre outros. A sociedade carece de exemplos de estilos de vida saudáveis, sustentáveis e socialmente justos. Parabéns pela iniciativa.

 

 

Add comment Junho 8, 2008

A indústria dos orgânicos não se restringe aos alimentos

Saiba um pouco mais sobre isso na matéria de Fernanda Tambelini publicada na Revisa Pequenas Empresas Grandes Negócios (232).

 

Add comment Junho 7, 2008

Produtos orgânicos e sustentáveis mudam o rumo do mercado

Quando se fala em orgânicos logo vem à mente: alimentos orgânicos. Mas já se ouve por aí termos como calça orgânica, casa orgânica, brinquedo orgânico. Também não se deve pensar que o conceito está restrito à “não utilização de agrotóxicos”. Ele ganha cada vez maior abrangência, considerando-se fatores como o desenvolvimento sustentável, a responsabilidade social e, é claro, a saúde.

por Gilmar Dall´Stella e Ana Cristina Stabelito, em 27/mai/2008

Uma pesquisa do Instituto Akatu, divulgada no mês de março, revelou que 74% dos brasileiros querem comprar produtos que não degradem o meio ambiente. Por definição, produtos sustentáveis são aqueles que ao longo de todo seu ciclo de vida – da fabricação ao descarte – não agridem a natureza. É lógico que é difícil um material atender a todas as exigências contidas nessa trajetória. Mas a ampliação da consciência do consumidor sobre a importância dos produtos com esta característica faz com que as redes varejistas adotem políticas diferenciadas para atrair e atender este novo nicho de mercado.

O Wal-Mart, por exemplo, tem metas ambientais. Seus diretores querem zerar a produção de lixo em suas lojas e ter supermercados abastecidos só com energia renovável. O grupo brasileiro Pão de Açúcar vai inaugurar em junho sua primeira loja verde, com reciclagem de lixo, menor consumo de energia e uma seleção de produtos ecologicamente corretos. O Carrefour está começando a rastrear alguns produtos de seus fornecedores para eliminar práticas que causem prejuízos ao meio ambiente.

Durante o período da Revolução Industrial (segunda metade do século 18), em que a população mundial contava com aproximadamente 900 milhões de pessoas, o objetivo maior era modernizar o parque industrial para produzir mais. Na época, não havia lugar ou consideração para as questões ambientais. Até mesmo porque se acreditava que o aumento da produção para atender as necessidades humanas era o caminho para se alcançar o bem-estar social.

 

O aumento populacional no século 20 – o mundo passou de 1,5 bilhão para 5 bilhões de pessoas – reforçou esta idéia. Era imprescindível e urgente investir em tecnologia para ampliar a produção e atender a um mercado cinco vezes maior num curto espaço de tempo. As questões ambientais podiam esperar. Pelo menos é o que pensavam os governantes, empresários e trabalhadores.

 

Porém, hoje, início do século 21, as conseqüências do desrespeito e de um processo produtivo prejudicial ao meio ambiente são claras e visíveis. E as soluções precisam ser adotadas tão urgentemente como foi o processo de produção desenfreado de pouco mais de cem anos atrás. Além disso, a saúde humana e o desenvolvimento social estão fazendo com que as empresas não só reestruturem seus processos produtivos, mas criem produtos para uma nova demanda mercadológica chamada “qualidade de vida”. Tudo isso para atender agora a uma população que caminha para os 10 bilhões de habitantes na terra.

 

No livro The Wellness Revolution (A Revolução do Bem-Estar, ainda inédito no Brasil), o consultor americano Paul Zane Pilzer afirma que a indústria do bem-estar cresce sem parar e movimentará, só nos Estados Unidos em 2010, um trilhão de dólares ao ano. Além da alimentação, o autor envereda pela medicina preventiva, que inclui ginástica, vitaminas e terapias orientais. “A indústria do bem-estar é, portanto, universal e uma tendência”, afirma Pilzer.

 

Não faltará oportunidade para novos negócios. Uma visão mais holística começa a ser introduzida no processo produtivo e na decisão de compra do consumidor. Isso é um sinal de amadurecimento do ser humano tanto no âmbito físico como no espiritual, pois o respeito às leis da natureza começa a ser colocado em primeiro plano por aqueles que já perceberam que o respeito à vida é que será a base para um estilo de vida mais saudável, sustentável, socialmente justo e, quem sabe já pode começar a dizer, universal. 

Add comment Junho 6, 2008

Pense Verde

Principais reportagens e colunas publicadas pela Revista ÉPOCA sobre meio ambiente e ecologia.

Confira!

Add comment Junho 5, 2008

Dicas para se conseguir alimentos sem agrotóxicos

Um dos caminhos para diminuir uso de agrotóxicos passa pela cabeça dos consumidores: segundo cientistas, é preciso muito veneno para exibir a aparência que o consumidor exige na hora da compra.

Assista

Add comment Junho 3, 2008

Alimentos Orgânicos são fonte energia vital

Para que o organismo humano esteja sempre saudável e em constante harmonia é necessário que exista um complexo equilíbrio entre as fontes de energia ingeridas. E é fundamental saber: todas as vitaminas que o indivíduo precisa para viver com saúde podem ser encontradas nos alimentos orgânicos

 

por Gilmar Dall´Stella e Ana Cristina Stabelito

Todos os seres vivos possuem sua própria energia vital. Inclusive os vegetais. O homem alimenta-se não só da matéria, mas também da energia dos alimentos. Quanto mais fresco e natural for o alimento, mais energia terá e mais energia transmitirá à pessoa. Ao contrário, quanto mais processado for o produto, menos energia vital conterá. Saciará a fome, mas não alimentará. Por isso, a inserção progressiva de produtos orgânicos no cardápio diário é uma grande aliada na promoção da saúde.

As vitaminas são essenciais à vida, pois contribuem para o bom funcionamento do organismo, que funciona perfeitamente bem com substâncias naturais. Infelizmente o estilo de vida moderno faz o indivíduo consumir, pela praticidade e rapidez, cada vez mais alimentos industrializados e cair no comodismo dos suplementos alimentares, das frituras e dos “fast-foods”. “Quando não nos alimentamos de nutrientes adequados e naturais, podemos causar grandes danos ao nosso corpo, prejudicando suas funções normais”, explicou a engenheira de alimentos, Matilde Faustino Marques. “Podemos encontrar nos alimentos naturais todas as vitaminas, sais minerais e nutrientes necessários ao nosso organismo. Como ele está apto a trabalhar, metabolizar e sintetizar as substâncias naturais, a vitamina sintética (feita em laboratórios) será, conseqüentemente, mais prejudicial do que benéfica a nossa saúde. Portanto, o alimento natural é o melhor remédio para a boa saúde.”

 

Estudos recentes garantem que as vitaminas e sais minerais contidos nos alimentos são capazes de prevenir doenças e até mesmo retardar o envelhecimento. Alimentar-se com verduras, por exemplo, é muito rápido e fácil. Além disso, não requer nenhum conhecimento agregado. As verduras precisam apenas ser lavadas em água corrente (se forem cultivadas sem a utilização de agrotóxicos). Da pia podem ir direto para o prato e temperadas (ou não) como a pessoa preferir. Muitos a ingerem sem adicionar nenhum tempero – nas naturais, é possível apreciar seus verdadeiros sabores. E se deliciar com eles.

 

Para facilitar a adoção de uma alimentação mais saudável (além de mais barata), rica em vitaminas e nutrientes, a engenheira Matilde listou-as, apresentando os seus benefícios e onde podem ser encontradas.

 

Vitamina A –É essencial para a visão, para o desenvolvimento dos tecidos ósseos e para os dentes. Protege também as mucosas da boca, do nariz, da garganta e dos pulmões. A carência de vitamina A prejudica a visão noturna, provoca alterações na pele, deixando-a áspera e seca, principalmente na face externa da coxa, joelhos, cotovelos e pescoço. Os cabelos ficam sem vida e ressecados, muitas vezes quebradiços. Esta vitamina é encontrada na cenoura, pimentão, alface, salsa, vagem, abóbora, mamão, caju, caqui, tangerina e manga.

 

Vitamina B1 – Tem papel importante no funcionamento do sistema nervoso, dos músculos e do coração. Melhora a atitude mental e estimula o crescimento. A falta de vitamina B1 pode dificultar a digestão, provocar prisão de ventre e também causar dores musculares e cãibras. Nas crianças, esta carência provoca fraqueza nas pernas, perda de apetite, cansaço, irritabilidade e desatenção. Pode ser encontrada no trigo integral, farelo de trigo e de arroz, amendoim, leite, levedo de cerveja e cereais em geral.

 

Vitamina B2 – É responsável pela constituição da pele, unhas e cabelos. Atua também no crescimento e reprodução. Ajuda a resolver problemas de boca e lábios. A sua carência provoca estomatite, conjuntivite, fissuras na boca e inflamação nos lábios. Normalmente, é encontrada no brócolis, vagem e espinafre, mas também está presente no leite, queijo, fígado, rim, levedo de cerveja, clara de ovo e frutas.

 

Vitamina B6 – Necessária para o sistema nervoso e funcionamento normal do cérebro, é importante na imunidade contra o câncer e arteriosclerose, além de ser útil na prevenção de pedras nos rins e no tratamento de alergias, artrite e asma. Atua como um leve diurético e reduz os sintomas de tensão pré-menstrual. Está presente no fígado, carne bovina, carne de galinha, levedo de cerveja, cenoura, ovo, peixe, ervilha, espinafre, semente de girassol, nozes, gérmen de trigo, abacate, banana, grãos integrais, repolho e melão.

 

Vitamina B12 – Vital para prevenir a anemia, auxilia a formação e longevidade das células, aumenta a energia, estimula o apetite, promove o crescimento e mantém saudável o sistema nervoso. A carência desta vitamina – contida nos queijos, fígados, ovos, frutos do mar, leite, carne bovina e suína (existe apenas em fontes animais) – pode ser causada por má absorção ou problemas digestivos, principalmente em pessoas mais idosas.

 

Vitamina C – Essencial na formação do colágeno, protege contra coágulos e promove a regeneração dos tecidos. Também é necessária ao crescimento. Ajuda a manter gengivas saudáveis, protege contra os efeitos nocivos da poluição e ajuda a reduzir o colesterol. Pode ser encontrada em hortaliças, frutas silvestres e cítricas. As fontes mais ricas são: caju, acerola, kiwi, goiaba, morango, limão, manga, laranja, mamão, tomate, pimentão, cebola, couve, couve-flor, batata, batata-doce, aspargo, abacate, beterraba, brócolis, salsa, ervilha, caqui, abacaxi, rabanete, espinafre e agrião. É bom saber que a vitamina C contribui para a absorção de ferro pelo organismo e é fundamental para mulheres que tomam pílula anticoncepcional.

 

Vitamina D – Esta vitamina é muito importante para o crescimento e desenvolvimento normais dos ossos e dentes nas crianças. Atua também na prevenção e tratamento de osteoporose, raquitismo e hipocalcemia (falta de cálcio no sangue). Pode ser obtida em banhos de sol e através do consumo de leite e seus derivados. Encontra-se também no atum, salmão, sardinha, óleo de fígado de peixe, manteiga, gema de ovo, farinha de aveia e batata-doce.

 

Vitamina E – Seu principal papel é retardar o envelhecimento celular causado pela oxidação. É um antioxidante que previne contra o câncer e doenças cardiovasculares. Também regenera tecidos, promove a coagulação e a cicatrização normais, alivia cãibras e distensão muscular nas pernas. Acelera a cura de queimaduras e é excelente no combate à tensão pré-menstrual. Existe em grãos integrais, verduras de folha, nozes, gérmen de trigo, brócolis, soja, couve-de-bruxelas, espinafre e ovo.

 

Cálcio – É vital na formação de ossos e dentes. Além disso, possui papel importante na manutenção dos batimentos cardíacos regulares e ajuda na transmissão de impulsos nervosos. A carência deste mineral pode provocar raquitismo e osteoporose. Normalmente é encontrado na natureza em produtos como leite, queijo, iogurte, em todos os peixes, frutos do mar, verduras em geral, soja, amendoim, nozes, feijão, ervilha, lentilhas, beterraba, nabo, rabanete, brócolis, espinafre, repolho, couve, figo, aveia, salsa, ameixa e gergelim.

 

Ferro – É vital para a formação dos glóbulos vermelhos do sangue, importante para o crescimento, resistência a doenças e no combate ao cansaço. Sua deficiência, que costuma ser conseqüência de hemorragia intestinal, fluxo menstrual excessivo ou deficiência nutricional, pode causar anemia. O ideal para supri-la é consumir alimentos como feijão, lentilha, ervilha, gérmen de trigo, brócolis, carne, batata, abóbora, soja, agrião, almeirão e fígado.

 

Fósforo – Este mineral, em associação com o cálcio, participa da formação dos ossos e dos dentes. Além disso, contribui na lactação, na reprodução e é indispensável para a absorção da vitamina B12. Pode ser encontrado em aspargos, nozes, gergelim, levedo de cerveja, leite, queijo, ovos, carnes, feijão, figo, arroz, milho, aveia, amendoim, frutas secas, alho, aves, peixes e castanhas.

 

Magnésio – Por combater a tensão nervosa e a depressão é conhecido como mineral anti-estresse. Também auxilia a absorção de cálcio e potássio. Sua deficiência interfere na transmissão de impulsos nervosos e musculares, causando irritabilidade e nervosismo. As maiores fontes são peixes, frutos do mar, carne, derivados de laticínios, banana, maçã, abacate, arroz integral, figo, alho, feijão fradinho, gergelim, trigo, grãos integrais, limão e milho.

 

Potássio – Ajuda a evitar o infarto, colabora na contração muscular adequada, além de ser muito importante para o sistema nervoso e batimento cardíaco regular. Ajusta também a transferência de nutrientes para as células. Os derivados de laticínio, peixes, abacate, banana, melado, levedo de cerveja, arroz integral, figo, frutas secas, alho, nozes, passas, abóbora, inhame, carnes, grãos integrais e verduras são suas grandes fontes.

 

Selênio – Em conjunto com a vitamina E (são mais eficientes juntos), funciona principalmente como antioxidante, protegendo o sistema imunológico, prevenindo a formação de radicais livres, que podem danificar o corpo. Este mineral também ajuda a manter a elasticidade dos tecidos e alivia o desconforto da menstruação. No tratamento e combate à caspa tem papel importante. As suas melhores fontes naturais são a cebola, tomate, gérmen de trigo, atum, brócolis, castanha-do-pará, galinha, alho, fígado, frutos do mar e grãos integrais.

 

Zinco – É essencial para o crescimento dos órgãos reprodutores e bom funcionamento da próstata. Também é indispensável na síntese de proteínas, acelera a cicatrização de ferimentos e elimina manchas brancas das unhas. A sua carência pode causar a hipertropia da próstata e a arteriosclerose. Pode ser encontrado nas carnes bovina, de carneiro e de porco, gérmen de trigo, ovo, mostarda em pó, semente de abóbora, sardinha, legumes, ostra, fígado, cogumelos e semente de girassol.

 

Com todas estas propriedades, aliadas ao fato do alimento orgânico conservar suas propriedades naturais cuidar da sua saúde é priorizar hábitos alimentares. Ou contentar-se em remediá-la depois.

 

Add comment Maio 12, 2008


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